Cientistas reproduzem em laboratório o processo de fusão nuclear
Um dos últimos atos do período Temer, já no final de 2018, foi a Medida Provisória 851, que deu origem à Lei 13.800, promulgada no início de 2019.Essa lei autoriza instituições públicas, cujas atividades estejam relacionadas à educação, cultura e pesquisa científica ou tecnológica, entre outras, a firmarem parcerias e executarem projetos com organizações privadas gestoras de fundos patrimoniais.
Essa lei permite que a relação ocorra diretamente entre a entidade gestora do fundo e docentes ou funcionários da entidade pública, não necessariamente intermediada por seus órgãos deliberativos, como os conselhos departamentais e universitários ou as congregações e outros órgãos equivalentes no caso de universidades. Saiba mais...
O emaranhamento vem sendo objeto de um intenso esforço de pesquisa.Ocorre quando dois ou mais sistemas são gerados ou interagem de tal maneira que os estados quânticos de uns não podem ser descritos independentemente dos estados quânticos dos outros. Os sistemas ficam correlacionados, independentemente da distância entre eles.
O interesse em estudar esse tipo de fenômeno deve-se ao seu grande potencial de aplicação em criptografia, comunicação e computação quânticas. A dificuldade é que, ao se relacionarem com o meio, os sistemas se desemaranham quase imediatamente. Saiba mais...
Os cientistas conseguiram, pela primeira vez na história, produzir uma reação de fusão nuclear. O feito produziu mais energia do que é necessária para alimentar o sistema. O avanço feito pelo governo americano é visto como um marco histórico para a física e para a produção de energia de fontes limpas.
Nessa fusão nuclear, dois átomos de hidrogênio se chocam a uma velocidade altíssima, produzindo átomos de outro elemento, o hélio. Saiba mais...
O método é uma alternativa de fonte limpa, já que não gera resíduos radioativos e elementos poluentes. Quem nos explica esse procedimento e o significado dele pra ciência é o Professor José Helder Severo, do Instituto de Física da USP. Saiba mais...

Uma fonte limpa, segura e inesgotável de energia: é a força que alimenta as estrelas, incluindo o Sol. A fusão nuclear é considerada a energia do futuro, mas nunca cientistas tinham conseguido gerar mais energia do que o processo em si gastava, até agora. É um dos feitos científicos mais importantes do século XXI, resumiu a secretária de energia dos Estados Unidos.
O experimento aconteceu no último dia 5 de dezembro, na Califórnia. 192 feixes de laser foram disparados contra uma pequena cápsula com átomos de hidrogênio pesado. Lá dentro, a temperatura chegou a 100 milhões de graus Célsius, mais quente que o centro do Sol. Não foi gerada muita energia, apenas o suficiente para aquecer algumas chaleiras, mas a expectativa é que, com mais pesquisas, seja possível reproduzir esse processo em larga escala. Saiba mais...

Na terça-feira, dia 29 de novembro, alunos, pesquisadores e empreendedores da Universidade ganharam um novo espaço dedicado à criação e à fabricação digital. Localizado no Centro de Inovação da USP (Inova USP), o Espaço Maker conta com equipamentos como impressoras 3D FDM, impressoras 3D por estereolitografia, router CNC e cortadora a laser, que já possibilitaram a fabricação de protótipos de titânio, peças para um foguete e sistemas eletrônicos complexos como um sensor de gás carbônico.
A pesquisadora Marina Sparvoli tem novo pedido de patente aceito pelo INPI; o trabalho com nova tecnologia para memória foi desenvolvido no IFUSP e conta com a colaboração de docentes da Escola Politécnica.A patente se trata da fabricação de dispositivos de memória resistiva (ReRAMs) baseadas em grafeno e contato de ITON, um material derivado do ITO. A aplicação do ITON é inédita, uma vez que o material ainda é pouco estudado. Além disso, por ser transparente, abrem-se possibilidades futuras para pensar em dispositivos sensíveis à luz.
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Ilustração do acervo da pesquisadora
Semelhantes aos óculos de sol, as lentes Transitions possuem um mecanismo químico que reage quando em contato com a radiação solar
Por: Jornal da USP. Acesse aqui a matéria original.
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As lentes Transitions têm esse nome por conta da empresa pioneira no ramo de lentes fotossensíveis, a Transitions Optical. Criadas por volta de 1990, atualmente elas têm cores diversas, variando do marrom ao roxo. “Essas lentes meio que substituem os óculos de sol. Elas têm a praticidade de escurecer na presença de radiação solar”, analisa Cláudio Hiroyuki Furukawa do Instituto de Física da USP. Saiba mais...
Série de voos em parceria com o Brasil vai até 25 de janeiro; projeto de US$ 20 milhões faz medições e coleta amostras de ar para entender relação entre a floresta e a alta atmosfera
Por: O Globo. Acesse aqui a matéria original.
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O avião de pesquisa Halo, um jato especial equipado com vários instrumentos para estudo da alta atmosfera, chegou na última quinta-feira ao aeroporto internacional de Manaus (AM) para começar uma missão no Brasil. A partir deste domingo (4), a aeronave do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR) vai passar 50 dias sobrevoando a Amazônia a até 15 km de altitude para estudar a interação da floresta com a alta atmosfera. Saiba mais...