IFUSP na Mídia

Experimento inédito pode ajudar a livrar o planeta da emissão de poluentes

ILUMINADO - Laboratório Lawrence Livermore: experimento inédito replicou fenômeno solar -Cientistas reproduzem em laboratório o processo de fusão nuclear 
Por: Veja | Abril.
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Um velho ditado diz que grandes feitos começam com pequenos passos. Há alguns dias, pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia, levaram a máxima ao extremo.
 
Depois de extenuantes tentativas, eles produziram, através do processo conhecido como fusão nuclear, energia suficiente para aquecer dez chaleiras de água. O movimento, sob olhar leigo, parece banal e pouco digno de nota. Para a ciência, contudo, trata-se de façanha extraordinária e inédita. Jamais algo nem sequer semelhante havia sido realizado.
 
Mais do que isso: a descoberta tem potencial para transformar a vida na Terra e assegurar a longevidade do planeta. Saiba mais...

Lei 13.800/2019: mais um problema?

Um dos últimos atos do período Temer, já no final de 2018, foi a Medida Provisória 851, que deu origem à Lei 13.800, promulgada no início de 2019.
Por: Jornal da USP.
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Essa lei autoriza instituições públicas, cujas atividades estejam relacionadas à educação, cultura e pesquisa científica ou tecnológica, entre outras, a firmarem parcerias e executarem projetos com organizações privadas gestoras de fundos patrimoniais.
Essa lei permite que a relação ocorra diretamente entre a entidade gestora do fundo e docentes ou funcionários da entidade pública, não necessariamente intermediada por seus órgãos deliberativos, como os conselhos departamentais e universitários ou as congregações e outros órgãos equivalentes no caso de universidades. Saiba mais...

Trabalho realizado na USP obtém emaranhamento de feixes de luz

Trabalho realizado na USP obtém emaranhamento de feixes de luzO emaranhamento vem sendo objeto de um intenso esforço de pesquisa.
Por: Agência FAPESP.
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Ocorre quando dois ou mais sistemas são gerados ou interagem de tal maneira que os estados quânticos de uns não podem ser descritos independentemente dos estados quânticos dos outros. Os sistemas ficam correlacionados, independentemente da distância entre eles.

O interesse em estudar esse tipo de fenômeno deve-se ao seu grande potencial de aplicação em criptografia, comunicação e computação quânticas. A dificuldade é que, ao se relacionarem com o meio, os sistemas se desemaranham quase imediatamente. Saiba mais...

EUA fazem fusão nuclear com resultado inédito

Nos Estados Unidos, um grupo de cientistas anunciou um resultado inédito no campo da fusão nuclear. Um feito que pode vir a ter um grande impacto na produção global de energia. 
Por: RedeTV! News.
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Os cientistas conseguiram, pela primeira vez na história, produzir uma reação de fusão nuclear. O feito produziu mais energia do que é necessária para alimentar o sistema. O avanço feito pelo governo americano é visto como um marco histórico para a física e para a produção de energia de fontes limpas. 
Nessa fusão nuclear, dois átomos de hidrogênio se chocam a uma velocidade altíssima, produzindo átomos de outro elemento, o hélio. Saiba mais...

EUA anunciam produção de energia por Fusão Nuclear

Os Estados Unidos deram um passo importante na produção de energia por meio de um processo de Fusão Nuclear.
Por: Jornal da Record News.
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O método é uma alternativa de fonte limpa, já que não gera resíduos radioativos e elementos poluentes. Quem nos explica esse procedimento e o significado dele pra ciência é o Professor José Helder Severo, do Instituto de Física da USP. Saiba mais...

Energia Limpa e Segura: EUA anunciam avanço na Fusão Nuclear

Uma conquista de cientistas americanos está sendo considerada um marco histórico e que pode revolucionar a produção de energia.
Por: Jornal da Band.
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Uma fonte limpa, segura e inesgotável de energia: é a força que alimenta as estrelas, incluindo o Sol. A fusão nuclear é considerada a energia do futuro, mas nunca cientistas tinham conseguido gerar mais energia do que o processo em si gastava, até agora. É um dos feitos científicos mais importantes do século XXI, resumiu a secretária de energia dos Estados Unidos.
O experimento aconteceu no último dia 5 de dezembro, na Califórnia. 192 feixes de laser foram disparados contra uma pequena cápsula com átomos de hidrogênio pesado. Lá dentro, a temperatura chegou a 100 milhões de graus Célsius, mais quente que o centro do Sol. Não foi gerada muita energia, apenas o suficiente para aquecer algumas chaleiras, mas a expectativa é que, com mais pesquisas, seja possível reproduzir esse processo em larga escala. Saiba mais...

Grupo de Dosimetria das Radiações e Física Médica do IFUSP marca presença na inauguração do USP MakerSpace, do InovaUSP

Inova USP inaugura espaço dedicado à criação e à fabricação digital.
Adaptado do Jornal da USP, acrescido de informações do IFUSP. Acesse AQUI a matéria original.
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Na terça-feira, dia 29 de novembro, alunos, pesquisadores e empreendedores da Universidade ganharam um novo espaço dedicado à criação e à fabricação digital. Localizado no Centro de Inovação da USP (Inova USP), o Espaço Maker conta com equipamentos como impressoras 3D FDM, impressoras 3D por estereolitografia, router CNC e cortadora a laser, que já possibilitaram a fabricação de protótipos de titânio, peças para um foguete e sistemas eletrônicos complexos como um sensor de gás carbônico.

 
“O Espaço Maker é resultado de um esforço coletivo que envolveu 22 Unidades da USP e órgãos centrais. Foi pensado para ser um espaço compartilhado e interdisciplinar, um espaço de confluência de diversos grupos de pensamento da Universidade, em todos os níveis”, explicou o coordenador do Inova USP, Marcelo Knörich Zuffo.
 
Pelo IFUSP, destacamos a participação do pesquisador Paulo Roberto Costa, que apresentou na ocasião algumas peças de phantoms para a área de Física Médica. Phantoms são objetos simuladores de regiões do corpo (mamas, torácica, abdominal, cabeça e pescoço), fabricados utilizando materiais que produzam distribuições de contrastes radiográficos semelhantes aos encontrados em imagens reais de pacientes. Eles podem ser utilizados para otimização de procedimentos radiológicos utilizando raios-X (radiologia, tomografia computadorizada, mamografia, fluoroscopia, etc), para investigações dosimétricas e para treinamento de radiologistas. Para ilustrar os dispositivos, o professor também apresentou um poster e um filme. 
 
Consciente de que a demanda por esse tipo de infraestrutura tende a crescer na Universidade, o Inova USP já prepara a ampliação do Espaço, que ocupará, quando estiver concluído, uma área de 2 mil metros quadrados. Segundo Zuffo, “a fabricação digital está entranhada em todas as dimensões da Universidade, com demandas da graduação, da pesquisa e da inovação. Estamos montando uma rede de usuários da USP, para o compartilhamento de equipamentos e insumos, gerando economia e potencializando a inovação e o empreendedorismo”.
 
► Saiba mais sobre o USP Makerspace na matéria original do Jornal da USP.
 
 
 

 

Nova patente de pesquisadora do IFUSP traz inovação para dispositivos de memórias de computadores

A pesquisadora Marina Sparvoli tem novo pedido de patente aceito pelo INPI; o trabalho com nova tecnologia para memória foi desenvolvido no IFUSP e conta com a colaboração de docentes da Escola Politécnica.
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A patente se trata da fabricação de dispositivos de memória resistiva (ReRAMs) baseadas em grafeno e contato de ITON, um material derivado do ITO. A aplicação do ITON é inédita, uma vez que o material ainda é pouco estudado. Além disso, por ser transparente, abrem-se possibilidades futuras para pensar em dispositivos sensíveis à luz.

As memórias resistivas podem vir a ser substitutas para a tecnologia MOS (metal-oxide-semiconductor) pela questão da escalabilidade. São dispositivos não voláteis que ocupam espaço reduzido e operam pelo fenômeno de comutação resistiva, onde a resistência varia com algumas ordens de grandeza dependendo da tensão. A informação é guardada de forma binária, sendo que 0 corresponde a um estado de alta resistencia e 1 a um estado de baixa resistência. "Trata-se de uma proposta diferente para as memórias de computadores. Esse dispositivo pode trazer mudanças no paradigma de computação" - comenta a pesquisadora, atualmente Pós-Doutora pelo Instituto de Física USP com a supervisão do Prof. José Fernando Chubaci.
 
A pesquisa se iniciou em 2016, após uma visita à Universidade de Aveiro, onde houve um contato com grupo que trabalhava com a tecnologia. Na ocasião, Marina era Professora Visitante de Ciências da Computação na UFABC. "Na época quase não se viam trabalhos no Brasil sobre o assunto. Tudo era tratado de maneira muito teórica. Era muito difícil achar, no país, grupos para colaborar que estivessem trabalhando com o assunto." - relembra. Após mais de um ano de imersão, estudos e desenvolvimento, Marina teve a oportunidade de apresentar o trabalho em importantes eventos de área, como o Latin American Symposium on Circuits and Systems (LASCAS), em 2018 e 2019, o International Work-Conference on Artificial Neural Networks (IWANN 2021), e em um dos mais importantes eventos sobre Redes Neurais, o International Joint Conference on Neural Networks (2021).
 
Sobre os colegas que colaboraram no desenvolvimento do dispositivo e também constam no pedido da patente, Marina tece elogios e faz agradecimentos. A Fabio Jorge, físico do Lab. de Física Atmosférica do IFUSP, pela impecável construção do dispositivo físico e habilidades de construção do Software; ao pesquisador Guilherme Lenz, da Poli-Materiais, pela cessão do material e pelas ricas discussões sobre suas características (óxido de grafeno e outros); a Ronaldo Mansano, pesquisador da Poli-Elétrica, pelas medidas elétricas e, claro, ao Professor José Fernando Chubaci, seu supervisor do IFUSP, pelas medidas ópticas e pelo apoio integral ao projeto: "Ele aceita as ideias mais absurdas".
 
A respeito do processo de solicitação junto ao INPI, a pesquisadora elogia também a participação da equipe do InovaUSP, declarando o apoio deles como essencial. Além deste pedido, ela já tem 4 patentes homologadas e uma em processo. Para o futuro, Marina já tem uma possível nova patente em vista: seu novo trabalho, ainda com o supervisor Chubaci, envolve um sensor de celulose e conta com a parceria do IPEN. Ela permanece vinculada ao IFUSP até setembro de 2023.
 
Descrição da patente: DISPOSITIVO ReRAMs BASEADO EM GRAFENO E CONTATO DE ITON RECOZIDO COM DIFERENTES TEMPERATURAS
A invenção se refere a um dispositivo de memória do tipo ReRAMs que é baseado em grafeno e contato de ITON recozido em diferentes temperaturas. Para a fabricação, realizou-se uma deposição e caracterização dos materiais semicondutores, ou filmes finos. Na sequência, os dispositivos de memória foram fabricados e caracterizados. O dispositivo tem uma estrutura do tipo sanduíche, compreendendo pelo menos quatro camadas, uma camada inferior de substrato, que pode ser vidro, uma camada acima do substrato que pode ser de ITON, uma camada intermediária que pode ser de grafeno e uma última camada superior que pode ser de alumínio.   

►Para mais informações sobre o trabalho, contate a pesquisadora Marina Sparvoli em msparvoli@gmail.com.

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Ilustração do acervo da pesquisadora

Lentes fotossensíveis aparecem como alternativa para proteção contra os raios de sol

Semelhantes aos óculos de sol, as lentes Transitions possuem um mecanismo químico que reage quando em contato com a radiação solar
Por: Jornal da USP. Acesse aqui a matéria original.
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As lentes Transitions têm esse nome por conta da empresa pioneira no ramo de lentes fotossensíveis, a Transitions Optical. Criadas por volta de 1990, atualmente elas têm cores diversas, variando do marrom ao roxo. “Essas lentes meio que substituem os óculos de sol. Elas têm a praticidade de escurecer na presença de radiação solar”, analisa Cláudio Hiroyuki Furukawa do Instituto de Física da USP. Saiba mais...

Avião de cientistas alemães sobrevoará Amazônia a 15 km de altitude por dois meses

O avião de pesquisa Halo, do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR)Série de voos em parceria com o Brasil vai até 25 de janeiro; projeto de US$ 20 milhões faz medições e coleta amostras de ar para entender relação entre a floresta e a alta atmosfera
Por: O Globo. Acesse aqui a matéria original.
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O avião de pesquisa Halo, um jato especial equipado com vários instrumentos para estudo da alta atmosfera, chegou na última quinta-feira ao aeroporto internacional de Manaus (AM) para começar uma missão no Brasil. A partir deste domingo (4), a aeronave do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR) vai passar 50 dias sobrevoando a Amazônia a até 15 km de altitude para estudar a interação da floresta com a alta atmosfera. Saiba mais...

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