Grupo de Reações entre Íons Pesados – GRIPe

     O GRIPe foi inicialmente formado pelo Prof. Dirceu Pereira. O Prof. Pereira realizou mestrado e doutorado no IFUSP, sob orientação do Prof. Oscar Sala, sendo que participou ativamente da implementação do acelerador de partículas Pelletron. O Prof. Pereira criou um grupo de pesquisa, que foi o embrião do GRIPe, logo após voltar de um pós-doutorado na Universidade Técnica de Munique (Alemanha), em 1982. Naquele tempo, ele iniciou orientações de estudantes que vieram a realizar mestrado e/ou doutorado no Pelletron. Um desses estudantes, Luiz Carlos Chamon, foi contratado pelo IFUSP em 1989, e passou a integrar o GRIPe na condição de docente. O Prof. Chamon é atualmente Professor Titular do Departamento de Física Nuclear. Vários estudantes de ambos os professores participaram durante algum tempo do grupo de pesquisa. Um deles, Leandro Romero Gasques, continua no grupo, sendo atualmente Professor Associado junto ao Departamento de Física Nuclear do IFUSP. O GRIPe tem colaborações com outros grupos de pesquisa do IFUSP, bem como com grupos de outras instituições brasileiras e do exterior.
 
 
 
Seções de choque de fusão como função da energia de bombardeio reduzida para o sistema 4He + 209Bi. A seção de choque experimental corresponde à soma dos processos de formação do núcleo composto, com evaporação de 1, 2 e 3 nêutrons (símbolos da figura). A linha cheia representa a previsão teórica obtida com o Potencial de São Paulo. 
 
Espectro bidimensional obtido na colisão de um feixe de 10B com um alvo de 197Au. É possível observar a formação de 11B e 9Be em reações de transferência.