Oportunidades para doutorandos na Austrália

Austrália oferece oportunidades para doutorandos brasileiros

Como resultado das bem sucedidas parcerias entre Brasil e Austrália, e visando estreitar os laços já existentes em ciência, tecnologia e inovação entre os dois países, a Embaixada da Austrália no Brasil oferece oportunidade de estada de curto prazo para estudantes brasileiros em instituições de pesquisa e ensino australianas, por meio do Austrália - Brazil PhD Exchange Program.

 
Trata-se de chamada para candidaturas de estudantes brasileiros, de segundo ou terceiro ano de doutorado, para intercâmbio de dois meses. O período de execução do programa será de 04 de abril a 27 maio de 2016, com as despesas de estada e viagem correspondentes totalmente financiadas pelo Departamento de Educação e Treinamento da Austrália.
 
O principal objetivo do programa é apresentar aos alunos brasileiros o sistema pesquisa científica da Austrália, brindando-lhes acesso a laboratórios e promovendo interação com cientistas australianos, para possíveis projetos de colaboração e pesquisa em rede no futuro.
 
A data limite para submissão das candidaturas será até 30 de novembro de 2015. Para formalizar sua candidatura o estudante deverá encaminhar o formulário preenchido e os documentos requeridos ao conselheiro da Embaixada Sr Niclas Jonsson pelo e-mail Niclas.Jonsson@dfat.gov.au.
 
Acesse os documentos para saber mais (em inglês): Cartilha  Detalhes - Formulário
 
Cooperação Brasil - Austrália
 
A aproximação do Brasil com Austrália em Ciência, Tecnologia e Inovação vem desde 2001, quando foi assinado o Memorando de Entendimentos entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Departamento de Indústria, Ciência e Recursos da Austrália. À época, foram definidas as seguintes áreas prioritárias para cooperação: Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Comunicação, Espaço, Mineração e Políticas de Inovação.
 
Desde então, a concretização de cooperações vem sendo negociada como convênio com o Australian Research Council (ARC) e a Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO). 
 
A boa interação em pesquisa e desenvolvimento de recursos humanos pode ser atestada pelo fluxo de estudante brasileiros aquele país, no âmbito Ciência sem Fronteiras. A Austrália é o quinto principal destino dos bolsistas, com 7,5 mil bolsas concedidas pelo programa.
 
Além disso, a perspectiva de assinatura de acordos para promover o desenvolvimento de projetos conjuntos nas áreas de Agricultura, Mineração, Energias renováveis (biocombustíveis), Biotecnologia, Nanotecnologia e Ciências Espaciais, entre outras, reforça o potencial de cooperação existente de com aquele país.
 
Fonte: Coordenação de Comunicação Social do CNPq

 

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