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Laboratório de Demonstrações Ernst Wolfgang Hamburger suspende empréstimos temporariamente

O salão de exposição permanente do LDEWH está em reforma e, desde o dia 8/9/2021, encontra-se vazio, como mostra a imagem. Todo o material está encaixotado em salas vizinhas.

Por: LDEWH.


A reforma em andamento destina-se a reorganizar o espaço interno e reparar os danos ao piso e ao forro, ocorridos durante os temporais e a subsequente impermeabilização da laje no final do ano passado. Assim, os empréstimos estão suspensos até que a reforma avance o suficiente para que seja possível remontar a sala de exposição e os equipamentos.

Neste ínterim, sugerimos uma visita à plataforma eaulas.usp.br, onde, na disciplina de código 4301000, já estão disponíveis 73 vídeos de demonstração, número que esperamos dobrar até o fim de ano.


Imagem: Vito Vanin

 

Excelência em trabalho para a disciplina de Física de Plasmas recebe o reconhecimento de pesquisadores



No curso, os alunos aplicaram conceitos avançados da física de plasmas termonucleares e realizaram estudos e simulações computacionais dos esforços mecânicos e elétricos necessários para a operação de tokamak supercondutor. A empresa fictícia TOKABRAS seria especializada no projeto de reatores a fusão nuclear para a produção de energia limpa, segura e virtualmente inesgotável. 
 
 
Curso PGF5112 - Plasma Physics I: O Projeto TOKABRAS
Apresentamos o pitch do projeto da empresa fictícia TOKABRAS, realizado durante a disciplina Plasma Physics I ministrada pelo docente Gustavo Canal no 1º semestre de 2021. O grupo responsável foi formado por pós-graduandos em Física (IFUSP e CBPF), e em engenharias elétrica, mecânica e civil (POLI USP). 
 
A empresa seria especializada no projeto de reatores a fusão nuclear para a produção de energia limpa, segura e virtualmente inesgotável. Durante o curso, os alunos desenvolveram um projeto de reator a fusão nuclear com bobinas supercondutoras que atinge a chamada condição de breakeven. Ao final, o Prof. Gustavo Canal, um suposto investidor, decidiria se "compraria" o projeto. Caso ele decidisse pela compra do projeto, esse tokamak seria impresso numa impressora 3D e ficaria exposto no Laboratório de Física de Plasmas do IFUSP, onde encontra-se também o tokamak TCABR.
 
Nesse curso, os alunos aplicaram conceitos avançados da física de plasmas termonucleares e realizaram estudos e simulações computacionais dos esforços mecânicos e elétricos necessários para a operação desse tokamak supercondutor. A respeito do trabalho, comenta o docente responsável, Prof. Gustavo Canal: "O empenho dos alunos ficou evidentemente demonstrado pelos valiosos comentários e elogios realizados ao final por professores de várias instituições do país que prestigiaram à apresentação. Não posso deixar de mencionar que, devido à pandemia, todas as aulas foram on-line e, mesmo não tendo a oportunidade de discutir o projeto pessoalmente com eles na frente de um quadro, ainda assim, os alunos foram além das limitações e superaram todas as minhas expectativas. Gostaria de terminar dizendo que foi um enorme prazer trabalhar com esse grupo de alunos/colegas e espero que a experiência adquirida durante esse curso seja útil em suas carreiras profissionais de físicos e engenheiros, sejam quais forem suas áreas de atuação. Deixo aqui meu sincero obrigado aos alunos do curso PGF5112 - Plasma Physics I (2021/1) por toparem o desafio proposto e termino dizendo que, como um investidor atento que sou, não pude deixar de comprar o projeto".
 

► Todo o material do curso está disponível na página E-Disciplinas. Acesse AQUI.

 

 

Docente Bárbara Amaral tem projeto de Jovem Pesquisadora aprovado pela FAPESP

Conheça o projeto "Não-localidade e Contextualidade como recurso para Informação Quântica, Computação Quântica e Certificação de Dispositivos Quânticos" aprovado pela FAPESP.


Por mais de cinquenta anos, não-localidade e contextualidade têm desempenhado um papel central nos fundamentos da física quântica. Mais recentemente, com o desenvolvimento da ciência da informação quântica, essas características também foram identificadas como recursos para inúmeras aplicações práticas, uma observação que despertou o interesse da comunidade em um tratamento operacional unificado para não-localidade e contextualidade.

Neste projeto, buscamos uma compreensão mais profunda desses fenômenos não-clássicos como recursos para informação quântica, computação quântica e certificação de dispositivos quânticos, uma etapa fundamental da ciência e da tecnologia, especialmente com o desenvolvimento de sistemas em escala intermediária operando no regime de supremacia computacional quântica. Esperamos derivar uma caracterização completa de diferentes teorias de recursos para contextualidade e usar essas ferramentas para definir o papel da contextualidade e da não-localidade em aplicações como a geração de números aleatórios, computação quântica baseada em medições e destilação de estados mágicos.

Em um segundo estágio do projeto, nosso objetivo é explorar esses resultados para estender a conexão de não-localidade e self-testing a cenários de contextualidade, fornecendo novos protocolos para certificação de dispositivos quânticos em cenários que não necessariamente dependam de sistemas quânticos multipartites. Do ponto de vista institucional, este projeto é essencial para a consolidação do Grupo de Informação Quântica e Fundamentos da Física Quântica do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e para a consolidação de nossa colaboração com alguns dos grupos mais prolíficos que trabalham com aplicações de fenômenos quânticos no desenvolvimento e certificação de novos protocolos de informação e computação, com importantes contribuições para outras áreas, como termodinâmica quântica, fundamentos da física quântica, óptica quântica e física de muitos corpos, da qual alunos atuais e futuros serão beneficiados.

Para outras informações, contate a docente em barbara_amaral@usp.br


 

Com queda de investimento em ciência e tecnologia, Brasil perde talentos para outros países

Fenômeno chamado ‘fuga de cérebros’ tem impacto direto na economia e no futuro do país. No ranking dos que mais mantêm profissionais qualificados, o Brasil despencou 25 posições de 2019 para 2020: passou da posição 45 para a 70

Por: Jornal Nacional, G1. Acesse aqui a matéria original.


A área de ciência e tecnologia foi uma das que mais sofreram queda no volume de investimentos no Brasil. Isso tem levado os nossos pesquisadores a deixar o país. É a chamada "fuga de cérebros". No saguão dos aeroportos internacionais, está parte da nata da ciência brasileira, com passagem só de ida. Nos últimos dois anos, o país ganhou espaço na "exportação” de profissionais qualificados. Uma transação em que o Brasil só perde. “A parte mais criativa da vida de qualquer cientista é logo depois de se formar; ele está cheio de energia, cheio de ideias novas na cabeça e é muito frustrante para esses jovens não terem oportunidade no seu próprio país”, explicou Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física/USP. Saiba mais...

Imagem: Reprodução

 

Ciência é protagonista na restauração do famoso quadro da independência do Brasil

Especialistas da USP nas áreas de física e química usaram técnicas que permitem devolver o aspecto original da obra Independência ou Morte; veja em resumo como foi o processo

Por: Jornal da USP. Acesse aqui a matéria original.


No imaginário de muitos brasileiros, a independência do país está associada à pintura Independência ou Morte, de Pedro Américo. Com seus personagens e ambientação idealizados, a obra conferiu tom épico a um acontecimento que, segundo testemunhas da época e pesquisas históricas posteriores, teria sido bem menos glorioso. Pintada em Florença, na Itália, em 1888, embarcou para o Brasil e foi apresentada pela primeira vez ao público brasileiro já no período republicano, em 7 de setembro de 1895, durante a inauguração do Museu do Ipiranga. Saiba mais...


Imagem: Divulgação/ Museu Paulista

 

Novo método facilita a fabricação de células solares de perovskitas em escala industrial

As células solares feitas com materiais da família das perovskitas são consideradas muito promissoras para o mercado por combinar alta performance e baixo custo. Além disso, como são flexíveis e leves, poderiam ser usadas para gerar energia elétrica a partir da luz solar em objetos como cortinas, mochilas e tetos de veículos – ampliando enormemente as possibilidades de aplicação da energia fotovoltaica

Por: Agência FAPESP. Acesse aqui a matéria original.


Mas essas células solares emergentes ainda não são fabricadas em escala industrial, pois não existe um método que, ao mesmo tempo, seja escalável e gere camadas de perovskitas de qualidade adequada. Um importante passo nesse sentido foi dado por pesquisadores do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) e colaboradores, que adaptaram um processo simples e escalável usado na produção de materiais e, com ele, conseguiram gerar as camadas principais que compõem as células solares de perovskitas. Saiba mais...


Imagem: CINE/ Divulgação

 

Estudo reúne avanços no desenvolvimento de sensores eletroquímicos à base de grafeno

O uso do grafeno e seus derivados no desenvolvimento de sensores eletroquímicos vem crescendo nas últimas décadas. Os principais avanços na área foram reunidos em artigo de revisão publicado por pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Uberlândia (UFU) na revista Chemosensors

Por: Agência FAPESP. Acesse aqui a matéria original.


(...) Segundo os autores, o grafeno e seus derivados têm proporcionado avanços científicos e tecnológicos notáveis em diversas áreas. No âmbito do desenvolvimento de sensores eletroquímicos, por exemplo, são amplamente empregados em materiais (compósitos) com o objetivo de melhorar a razão ruído/sinal, aumentando a sensibilidade do sensor e, consequentemente, o alcance de seu limite de detecção. Saiba mais...


Imagem: Wikimedia Commons

 

Leitura de fontes confiáveis de informação é caminho para corrigir ‘mitos’

Leitura lateral é instrumento importante para verificar fontes de informação, evitando obter informações de segunda mão

Por: Júlio Bernardes, Jornal da USP. Acesse aqui a matéria original.


A busca por fontes confiáveis de informação científica é o tema da coluna do físico Paulo Nussenzveig. “Recentemente, li um blog chamado Cold Takes, de Holden Karnofsky, que se dedica a corrigir ‘mitos'”, aponta. “O título da postagem no blog é Retirando as luvas mas mantendo as calças, fazendo alusão a uma frase de Churchill: ‘Uma mentira viaja através de meio mundo antes que a verdade tenha tempo de vestir as calças’”. Saiba mais...


Imagem: Divulgação

 

Nova estrutura acopla vibrações mecânicas e luz em nível quântico

Fônons coerentes são vibrações coletivas da rede atômica de um sólido com frequências entre 3 e 30 GHz, que podem ser usadas para manipular para manipular outros vários tipos de excitações em sólidos, com aplicações no processamento de informação em computadores quânticos. Um trabalho publicado em abril na Physical Review Letters e com a participação brasileira apresenta uma nova estrutura para gerar detectar fônons coerentes e suas interações com sistemas optoeletrônico

Por: SBF. Acesse aqui a matéria original.


"Apresentamos uma nova estrutura para acoplamento optomecânico de exciton polaritons e ondas acústicas longitudinais acionadas eletricamente a 20 GHz, confinadas em uma microcavidade planar", explica no vídeo abaixo o físico Diego Machado, doutor em ciência e tecnologia dos materiais pela UNESP, campus de Bauru. Machado colaborou no trabalho com os doutores Alexanderr Kuznetsov e Klaus Biermann, supervisionados por Paulo Ventura Santos, do Instituto Paul Drude, em Berlim, na Alemanha. Saiba mais...


Imagem: Reprodução

 

Adalberto Fazzio, o pioneiro do grafeno que quer reinventar o microchip

Em 16 de outubro de 1964, dia em que a China testou sua primeira bomba nuclear, quase vinte anos depois dos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki no Japão, um jovem de Sorocaba (SP) perguntou ao pai: "o que é esse negócio de energia atômica?". O pai, que era funcionário público na prefeitura da cidade e não sabia explicar direito, respondeu: "é uma coisa muito perigosa"

Por: Lucas Carvalho, UOL Tilt. Acesse aqui a matéria original.


O alerta não assustou Adalberto Fazzio, que, na época com 14 anos, queria ser jogador de futebol. O interesse pelos átomos levou-o para longe dos gramados e o transformou num cientista que vive em laboratórios, investigando a mesma ciência que deu ao homem a bomba atômica. Em vez de armas de destruição, o que o professor do Instituto de Física da USP (Universidade de São Paulo) e diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais) quer fazer é revolucionar a eletrônica com nanomateriais. Saiba mais...


Imagem: Arte UOL

 

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