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Novo livro do professor Mário de Oliveira é lançado pela EDUSP

Com informações do autor Mário José de Oliveira (FGE - IFUSP) 

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Já está disponível na plataforma da EDUSP "Estrutura das Teorias Físicas - Geométricas, Analíticas e Probabilísticas", novo livro de autoria do professor Mário José de Oliveira.

O livro traz como propósito a análise crítica do surgimento e do desenvolvimento das teorias físicas, entendendo-as não apenas como um empreendimento de descoberta, mas, principalmente, como uma invenção do intelecto humano, um exercício da criatividade associado ao pensamento racional. De acordo com o autor, a análise realizada se baseia na compreensão de que uma teoria científica possui como características essenciais uma estrutura composta por dois estratos interconectados, o primeiro deles formado por um conjunto de leis fundamentais e de outras leis obtidas a partir delas por raciocínio dedutivo e o segundo, formado pelo conjunto de conceitos que são representações da realidade objetiva.

"O objeto de nossa análise são as teorias físicas que foram desenvolvidas pelo menos desde o período helenístico. Argumentamos que a expansão extraordinária ocorrida a partir do século XVII se deveu à invenção do cálculo diferencial por Newton e Leibniz. Procuramos mostrar também que a definição clara e inequívoca de velocidade proporcionada pelo cálculo diferencial foi o evento singular que permitiu a passagem da teoria do movimento como uma teoria metafísica para uma teoria científica", comenta o professor.
 
A apresentação dos conteúdos segue uma organização feita de acordo com o arcabouço abstrato subjacente a cada teoria. As primeiras são as teorias geométricas surgidas entre Euclides e Newton. Na sequência, as teorias analíticas, partir do século XVIII, baseadas no cálculo diferencial. Por fim, teorias baseadas na teoria das probabilidades e na dinâmica estocástica, que incluem a mecânica estatística de Gibbs, as teorias do movimento browniano de Einstein e de Langevin, e seu desenvolvimento por Smoluchowski e por Geertruida de Haas-Lorentz. 
 
A EDUSP destaca a obra como "resultado de décadas de reflexão e ensino", indicando-a ao leitor como o oferecimento de "uma visão integrada da física como construção cultural". É possível realizar a compra direto pelo site da editora, entre outros canais de venda disponíveis. 
 
 

 

Novo modo de observar “dentro” da estrutura microscópica da água é descoberto por cientistas

Artigo: Non-local X-ray intermolecular radiative decay probes solvation shell of ions in water
Dos autores Johan Söderström, Lucas M. Cornetta, Victor Ekholm, Vincenzo Carravetta, Arnaldo Naves de Brito, Ricardo Marinho, Marcus Agåker, Takashi Tokushima, Conny Såthe, Anirudha Ghosh, Dana Bloß, Andreas Hans, Florian Trinter, Iyas Ismail, Debora Vasconcelos, Joel Pinheiro, Yi-Ping Chang, Manuel Harder, Zhong Yin, Joseph Nordgren, Gunnar Öhrwall, Hans Ågren, Jan-Erik Rubensson e Olle Björneholm.
Publicado em Nature Communications 16.
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Novo modo de observar “dentro” da estrutura microscópica da água é descoberto por cientistas

A água é essencial para toda a química e para a vida, mas entender como ela interage com íons dissolvidos — como sódio e magnésio— tem sido um grande desafio científico. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores liderada pela Universidade de Uppsala desenvolveu uma técnica inovadora de raios X que pode sondar diretamente a estrutura eletrônica e configuracional da camada de solvatação, a primeira camada de moléculas de água que envolve um íon em solução. O estudo, publicado na Nature Communications, relata a primeira observação de um processo chamado Decaimento Radiativo Intermolecular (IRD) em líquidos. 

Nesse fenômeno, quando um íon na água é ionizado por raios X, um elétron de uma molécula de água próxima preenche a lacuna na camada interna do íon, e a energia liberada é emitida como um fóton de raio X. Esse fóton emitido carrega uma impressão digital distinta do ambiente imediato do íon, permitindo que os pesquisadores, na prática, sondem a camada de solvatação “por dentro”. 

A camada de solvatação determina como os íons se comportam na água, influenciando tudo, desde a função biológica até a corrosão e a química das baterias”, diz o autor principal, Dr. Johan Söderström. “Nossa descoberta mostra que os raios X agora podem ser usados para revelar diretamente a estrutura eletrônica dessa região interfacial crítica.” 

Usando radiação síncrotron no Laboratório MAX IV em Lund, Suécia, a equipe investigou soluções aquosas de íons de sódio e magnésio. Ao analisar os fótons de raios X emitidos, eles identificaram assinaturas espectrais distintas originadas de moléculas de água vizinhas — evidência clara do processo IRD recém-descoberto. 

A pesquisa, resultado de uma colaboração teórico-experimental, conta também com a participação do Professor Lucas Cornetta, do IFUSP, um dos pesquisadores da frente teórica do trabalho. Cornetta é um dos responsáveis pela modelagem teórica e computacional do sinal de IRD, abrangendo desde simulações para caracterizar estruturas dos íons metálicos em solução, a nível molecular, até o cálculo das seções de choque de emissão não-local de raios-X, baseados em métodos de química quântica. Sobre a importância do trabalho, comenta o professor do IF: "Além de aprofundar o entendimento da fenomenologia das interações intermoleculares em solução, a elucidação dos mecanismos de decaimento não-local abre caminho para uma nova técnica de caracterização, capaz de complementar métodos já consolidados, como a espectroscopia de fotoelétrons".

A modelagem teórica confirmou que o IRD surge da hibridização orbital sutil entre o íon e as moléculas de água circundantes. Notavelmente, o processo é sensível apenas à primeira camada de solvatação, tornando o IRD uma sonda excepcionalmente seletiva de ambientes químicos locais em líquidos. 

Este é o primo radiativo do conhecido Decaimento Coulombiano Intermolecular”, explica o autor sênior, Prof. Olle. Björneholm. “Mas, ao contrário dos métodos baseados em elétrons, o IRD emite raios X que podem escapar das profundezas do líquido, permitindo-nos explorar as propriedades da solução em sua totalidade.” 

Além do sódio e do magnésio, os pesquisadores também sugerem que o IRD pode ser detectável em outros sistemas, incluindo íons de metais de transição e ânions, sinalizando que o fenômeno é geral — e potencialmente transformador para o estudo da química aquosa e biológica. Essa descoberta abre caminho para estudos específicos de elementos e sítios da estrutura de solvatação, ligações químicas e dinâmica ultrarrápida em líquidos usando fontes avançadas de síncrotron e laser de elétrons livres.

 
 

Recesso FAPESP 2025-2026

Comunicado sobre os meses de dezembro/2025 e janeiro/2026


Envio de Relatórios Científicos, Prestações de Contas e outros documentos:

- No período de 20 de dezembro de 2025 a 19 de janeiro de 2026, a entrega de Relatórios Científicos (RC) e documentos deverá ser feita via correios, para processos em papel. Para processos SAGe, o envio é realizado via sistema.
- As Prestações de Contas deverão ser submetidas exclusivamente em formato eletrônico via SAGe (ou via GIP para processos vinculados à USP).


Envio de conta corrente para Bolsas:

Números de contas correntes de Bolsas poderão ser informados normalmente no período, pelo SAGe: no menu “Processos -> Meus Processos”, selecionar o processo concedido; no menu “Mais Ações”, selecionar a opção “Informar Dados Bancários”.


Liberações de recursos

As liberações de recursos deverão ser solicitadas até o dia 17 de dezembro de 2025. Após essa data, esse serviço ficará indisponível, retornando em 20 de janeiro de 2026.


Solicitações de ressarcimento da contribuição previdenciária

Os pedidos de ressarcimento deverão ser solicitados até o dia 17 de dezembro de 2025.


Atendimento:

- O atendimento telefônico não funcionará no período de 22 de dezembro de 2025 a 19 de janeiro de 2026.

- O serviço Converse com a FAPESP receberá mensagens normalmente e funcionará em regime de plantão no período de 05 de janeiro de 2026 a 19 de janeiro de 2026 nos assuntos a seguir:

 

Prof. Steffen Wirth em visita ao IFUSP

O Prof. Steffen Wirth do Max Planck Institute for Chemical Physics of Solids visitará o grupo da Profa Valentina Martelli (FEP) entre os dias 26 de Novembro e dia 2 de Dezembro.
Ele ministrará um colóquio no dia 27 de Novembro do título "Electronic inhomogeneity and magnetic polaron formation in Eu-based compounds". 
Quem tiver interesse em reservar um horário com ele para discussão, por gentileza, contatar a Profa Valentina (valentina.martelli@usp.br)

 

Estudantes de Física Médica do IFUSP participam de visita técnica à Varian no Dia Internacional da Física Médica

Essa semana, em 7 de novembro, é celebrado o Dia Internacional da Física Médica. Escolhida em homenagem ao aniversário de Marie Curie – cuja pesquisa na radioatividade abriu caminho para aplicações fundamentais da física na medicina – a celebração da data é organizada pela International Organization for Medical Physics (IOMP) e ocorre anualmente para aumentar a visibilidade da atuação dos físicos médicos no cuidado à saúde. Em 2025, o tema escolhido pela IOMP é Medical Physics and Emerging Technologies: Shaping the Next Decade

Neste contexto, um grupo de 23 estudantes do curso de Física Médica do IF/FMUSP realizará, na própria sexta-feira, dia 7, uma visita técnica à sede brasileira (Jundiaí -SP) da Varian Medical Systems, empresa multinacional que atua no desenvolvimento de tecnologias para radioterapia e oncologia, incluindo a fabricação de aceleradores lineares e o desenvolvimento de softwares utilizados no tratamento do câncer.

A atividade é promovida a convite da própria empresa, e, ao longo da visita, os estudantes terão a oportunidade de conhecer de perto a estrutura da Varian e suas instalações educacionais.

A iniciativa reforça a importância da formação prática e do diálogo entre academia e indústria na área de Física Médica, destacando o potencial de atuação dos futuros profissionais formados pelo IFUSP.

 

Artigo | Metallicity-driven polar transitions in topological epilayers

Metallicity-driven polar transitions in topological epilayers
Dos autores Eduardo D. Stefanato, Nicolas M. Kawahala, Bianca A. Kawata, Paulo H. O. Rappl, Eduardo Abramof, and Felix G. G. Hernandez. 
Publicado em Communications Physics 8, 419 (2025)
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Novos caminhos para materiais quânticos multifuncionais

Pesquisadores do Instituto de Física da USP demonstraram o controle de propriedades fundamentais em materiais quânticos que combinam metalicidade, ferroeletricidade e topologia. O estudo, publicado na revista Communications Physics do grupo Springer Nature, investigou filmes finos de Pb(1-x)Sn(x)Te — um material conhecido por suas propriedades topológicas — utilizando espectroscopia de terahertz. Os materiais estudados foram produzidos por colaboradores no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
 
O trabalho mostra que a dopagem com pequenas quantidades de bismuto permite ajustar, de forma precisa, tanto a concentração quanto o tipo de portadores de carga. Essa modulação influencia diretamente a transição ferroelétrica do material, isto é, a passagem para um estado no qual a rede cristalina adquire uma polarização elétrica.
 
Além disso, a pesquisa revela que a temperatura crítica dessa transição pode ser controlada em uma faixa ampla ao variar a dopagem. Esse resultado abre caminho para a criação de materiais quânticos multifuncionais, nos quais ordem estrutural e propriedades eletrônicas podem ser ajustadas de maneira integrada.
 
A descoberta é relevante porque metais polares em filmes finos topológicos são candidatos promissores para novas tecnologias em eletrônica de baixo consumo, spintrônica e dispositivos quânticos. Com este estudo, o grupo fornece uma plataforma versátil para a engenharia de estados exóticos da matéria.
 
 

O Brasil perde seu maior construtor de brinquedos científicos

Texto de Luís Carlos Bassalo Crispino (UFPA e membro do The World Academy of Sciences, TWAS) e Vera Bohomoletz Henriques (IFUSP)

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O Amazônida Anibal Fonseca de Figueiredo Neto nasceu em Belém do Pará, em 03 de abril de 1958. Ainda criança, seguiu para Macapá, capital do Amapá. Retornou a Belém para cursar o último ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Paes de Carvalho, tendo ingressado na Universidade Federal do Pará (UFPA), inicialmente no Curso de Engenharia Mecânica, e, no ano seguinte, no Curso de Física.

Destacando-se no Curso de Física, foi incentivado pelo Prof. José Maria Filardo Bassalo, da UFPA, a transferir-se para a Universidade de São Paulo (USP). Concluiu sua graduação em Física pela USP (1985) e seu mestrado em Ensino de Ciências, também pela USP (1991), com a dissertação intitulada "A Física, o Lúdico e a Ciência no 1º Grau", orientada pela Profª Yassuko Hosome. 

Autor de artigos publicados em periódicos nacionais, incluindo a Revista de Ensino de Ciências da FUNBEC, Nova Escola (tendo figurado na capa da edição de junho de 1997 desta revista) e Ciência Hoje; bem como da obra "Brinca Ciência: um ensaio lúdico sobre Ciência & Tecnologia na escola pública do município de Santo André", em dois volumes.

Por volta de 1990 montou uma fábrica de brinquedos didáticos, o "Atelier de Brinquedos Científicos", que se transformou nas empresas Ciência Prima e Ludicitec, onde participava de todos os processos criativos e funções, incluindo a de diretor de projetos e conteúdos. 

Construiu o acervo base de inúmeros centros e museus de ciências brasileiros, com destaque, por exemplo, para o Museu Catavento, na capital de São Paulo, tendo sido essencial na concepção daquele Museu. No Pará, seu estado de nascimento, Aníbal concebeu instalações para diversas iniciativas, incluindo o acervo-base do Museu Interativo da UFPA, que passará a portar o seu nome. 

Atuou como Professor de Física e de Ciências em algumas instituições de ensino, incluindo a Escola Logos, o Colégio Porto Seguro e a Escola Nossa Senhora das Graças, na capital paulista. Atuava igualmente como consultor em centros de ciências, tendo sido coordenador do projeto "Brinca Ciência” realizado na Sabina - Escola Parque do Conhecimento. 

Aníbal é também reconhecido nacionalmente pela excelência funcional e beleza plástica de suas instalações científicas, que compõem centros e museus de ciências espalhados em todas as regiões brasileiras; tendo contribuindo significativamente para a divulgação e popularização da Ciência no Brasil. 

Aníbal faleceu, vítima de atropelamento, ao atravessar na faixa de pedestres de uma avenida na cidade de São Paulo, em 24 de outubro de 2005. Suas instalações artístico-científicas por muitos anos continuarão a inspirar públicos de todas as idades, visitantes de centros e museus de ciências, nos quatro cantos de nosso país continental. Aníbal será também lembrado por sua destacada criatividade, profunda humanidade, contagiantes entusiasmo e alegria.


Foto: Divulgação.

Trabalho de Física Nuclear de estudante do IFUSP recebe reconhecimento no Encontro de Primavera da SBF

Mais um trabalho do IFUSP premiado no V Encontro de Primavera da Sociedade Brasileira de Física (SBF), realizado entre 30 de setembro e 3 de outubro de 2025, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.

A estudante Jully Vanessa Leandro Nascimento teve o seu trabalho "Desenvolvimento de um Sistema de Medidas de Violação de Simetria CP" reconhecido como melhor poster de Física Nuclear. A pesquisa é desenvolvida sob orientação do professor José Roberto Brandão de Oliveira, do DFN. 
 
-> Acesse AQUI o trabalho premiado.
 
Jully Vanessa Leandro Nascimento apresenta seu poster no V Encontro de Primavera da Sociedade Brasileira de Física., que "gerenci

Estudante do IFUSP tem pôster premiado por trabalho de divulgação científica | Projeto CELESTE

A estudante Maria Júlia das Neves Rodrigues Barreto foi reconhecida com o prêmio de melhor pôster na área de Divulgação e Ensino da Física Nuclear e de Partículas durante o V Encontro de Primavera da Sociedade Brasileira de Física (SBF), realizado entre 30 de setembro e 3 de outubro de 2025, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.
O pôster premiado, intitulado “CELESTE: Cosmic Ray Detector Network and Atmospheric Shower Simulations in High Schools”, apresenta o projeto CELESTE, iniciativa de divulgação científica desenvolvida no HEPIC/DFN, voltada à popularização da física de partículas e de altas energias por meio da colaboração entre escolas e universidades.
 
O CELESTE propõe a criação de uma rede de detectores de raios cósmicos de baixo custo, capazes de registrar partículas chamadas múons, produzidas quando raios cósmicos interagem com a atmosfera terrestre. Os sinais captados pelos detectores são processados e armazenados em sistemas em nuvem e analisados em um ambiente de programação que permite o acesso remoto aos dados coletados pelas escolas participantes. A iniciativa alia instrumentação científica, análise de dados e simulações computacionais, promovendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão.
 
Maria Júlia participa do projeto desde 2021 como bolsista de iniciação científica, sob orientação dos pesquisadores Marco Aurélio Lisboa Leite, Suzana Salem Vasconcelos (IFUSP) e Marisilvia Donadelli (UERJ). Atualmente, o CELESTE envolve estudantes e escolas de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, e mantém parcerias abertas a novas instituições interessadas em atividades de ensino e divulgação científica.
 
Mais informações e dados em tempo real estão disponíveis em celeste.if.usp.br.
 
A estudante Maria Júlia N.R. Barreto apresenta seu poster no V Encontro de Primavera da Sociedade Brasileira de Física.

Liberação do Auditório Adma Jafet

Comunicado de Ademir Rodrigues, chefe das reservas de espaço no IFUSP, em 20/10.
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Com satisfação, venho comunicar que acabo de receber informação da ATO reportando a liberação do Auditório Adma Jafet, antes, interditado para obras de reparo. Para os agendamentos naquele espaço peço sua gentileza em endereçar suas solicitações para reserva@if.usp.br.

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