Nada faz sentido na história da biologia, exceto à luz de Aristóteles

Nome do palestrante: 
Profa. Dra. Maria Elice Brzezinski Prestes (IB-USP)
Resumo: 
[Auditório alterado] A observação e experiência de Aristóteles, bem como as etapas seguidas e alguns dos seus princípios metodológicos foram adotados por filósofos naturais e naturalistas da idade moderna. Evidências para sustentar essa afirmação serão apontadas em alguns autores e obras, desde que se retomou o interesse pelo estudo direto da natureza, como em Frederico II no século XIII, até Lazzaro Spallanzani no final do XVIII. Em 1971, o geneticista e evolucionista Theodosius Dobzhansky publicou artigo cujo título, desde então, vem sendo repetido quase como um mantra pelos biólogos, de que “nada em biologia faz sentido, exceto à luz da evolução” – e da biologia molecular, como acrescentam aqueles que tomam o aforismo ao pé da letra. Parafraseando Dobzhansky, defende-se aqui que nada faz sentido na história da biologia, exceto à luz da metodologia de estudo dos animais de Aristóteles.
Data: 
terça-feira, 2 Outubro, 2018 - 16:00
Local: 
Auditório Gleb Wataghin (Norte)

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